13 outubro 2014

Aniversário de 3 anos em casa - Tema Peppa Pig

Dia 04, sábado passado, foi dia de comemorar o aniversário de 3 anos da minha princesa.
Resolvi fazer em casa pois estava no 10º dia do pós parto.
Apesar disso organizei tudo do jeito que imaginei fazer.
Estava sem dores, mas evitei me esforçar, então tive ajuda da minha mãe, cunhada, irmão e marido.
Ficou simples mas bem fofinho.
E o tema? Não tinha como ser outro senão a Peppa Pig.
Mas evitei fazer aquela decoração carregada no tema. Usei o tema apenas na mesa das crianças e alguns poucos detalhes na mesa dos doces.

Mesa dos doces


Lembrancinhas








Família completa

 A cama elástica como sempre fazendo sucesso!


Fazer festinha em casa é bem mais tranquilo, principalmente porque a organização pode começar a ser feita alguns dias antes. Eu por exemplo comecei a arrumar tudo na quinta feira, aí no sábado início da tarde ficou faltando apenas colocar as comidas em seus devidos lugares.
Se a gente aluga uma casa de festas no máximo podemos arrumar tudo na noite anterior, o que gera stress e requer a ajuda de muitas pessoas.

Bom, gostei do resultado final e o que mais importa é que minha filha se divertiu muito.

Espero que vocês tenham gostado também.

08 outubro 2014

Relato de parto - parte 2 de 2

Se você não leu a parte 1 clique AQUI

Então assim que a anestesia pegou eu relaxei.
Meu médico conversou comigo, disse pra eu ficar tranquila que tudo ía dar certo.
Eu sabia que ía dar!

Jonas entrou na sala e ficamos ali, juntos, esperando.
Cheiro de queimado.
Nada de dor, de desconforto. Só o silêncio.
De repente uma pressão, um mexe-mexe que eu já conhecia.
Demora...
Aí o médico diz que está fazendo tudo com muito cuidado e delicadeza pois meu útero estava fino como um papel.

Médico fala:
Jonas, quer ver o Lucas nascer?
Então o Jonas se levantou e olhou por cima do pano, e viu nosso filho vindo ao mundo.
Não chorou na hora, só alguns segundos depois, que pra mim pareciam uma eternidade.
Médico aproxima o Lucas do meu rosto, sem cortar o cordão umbilical e eu dou um beijo e um cheirinho nele, que pára de chorar na mesma hora.

Lucas nasceu às 20h57, pesando 3k505g e medindo 50 cm.
Apgar: 9 / 9

Em seguida trazem ele pro meu colo e soltam um dos meus braços pra eu poder abraçar meu filho.
Ficamos juntos por menos de 1 minuto e logo levam ele para os procedimentos, onde o papai acompanha tudo de perto.


Fiquei em êxtase!
Ao contrário da cesárea da Beatriz em que fiquei meio dopada e com sono, dessa vez estava ligadona, com vontade de conversar e sair dali andando.
Acho que o nível de ocitocina estava tão alto que me deixou nesse estado.

Não sei mais quanto tempo, mas acredito que não mais que meia hora fiquei na sala cirúrgica para os procedimentos finais.
Aí meu médico falou novamente que meu útero estava bem fino e caso eu tivesse chego na etapa de fazer força no PN o risco de rompimento seria grande. Ele até comentou com o Jonas que não seria indicado mais uma gravidez.

Acho que era um pouco depois das 21h30, chego na sala de recuperação e já sou recebida pelo meu marido e meu filho. Quanto amor!!!
Queria logo pegá-lo no colo, amamentar. Mais uns minutinhos e a enfermeira o coloca na posição pra mamar. Muita alegria invade o meu peito nessa hora, pois ele mama direitinho.

Como o hospital estava lotado não havia quarto disponível, portanto tive que passar a noite na sala de observação e o Jonas teve que voltar pra casa, pois lá não permitem acompanhantes.
As enfermeiras foram muito atenciosas e não tenho do que reclamar.
Passei a noite em claro, com uma energia enorme. Até tentei dormir mas não consegui.
E fora essa adrenalina toda estava meio preocupada pois o Lucas mamava e regurgitava, muitas vezes.
Aí percebi que os outros 3 bebês na sala também estavam regurgitando.
A enfermeira falou que como não fazem mais o procedimento de aspiração dos bebês então a secreção que fica causa isso neles, mas que em 2 ou 3 dias passaria.
Mesmo assim fiquei com os olhos 100% em cima do meu bebê e a qualquer sinal já chamava a enfermeira pra pegá-lo e colocá-lo em pé um pouquinho.

No outro dia às 10h da manhã me levaram para o quarto.
Tomei um banho (ai, que alívio!!!) e logo o Jonas veio.
Ficamos ali, os 3, se curtindo o dia todo.


E assim começa mais um capítulo da história da nossa família!

30 setembro 2014

Relato de parto - parte 1 de 2

13/09/14
Um sábado de noite.
O tampão mucoso começa a sair, aos poucos.

20/09/14
Outro sábado de noite e a quantidade de tampão aumenta.

24/09/14
Quarta feira. Mudança de lua.
Essa noite não dormi legal. Tá certo que faz muitos dias que não sei o que é dormir, mas nessa noite foi diferente. Parecia um "adeus" à barriga. Não quis dizer que estava sentindo que o Lucas viria nesse dia, pois minhas intuições sempre falharam, mas que eu me sentia bem diferente isso eu não posso negar.
Dormi de tarde e terminei os últimos preparativos pra chegada do Lucas. Inclusive deixei tudo encaminhado pro aniversário da Beatriz que será no dia 04, afinal a cesárea estava marcada pra dia 29, e voltando do hospital no dia 01 não daria tempo de terminar o que estava pendente.
Mal sabia eu o que me aguardava no final da tarde...

18h30 (aproximadamente)
Deitada no sofá, dando um chamego na Beatriz e de repente senti algo já conhecido por mim e que me marcou tanto naquele 06 de outubro de 2011: PLOC
Parecia que algo tinha desprendido, soltado dentro da minha barriga.
Seguiu-se uma cólica moderada.
Levantei, chamando minha mãe: "Aiiii mãe, vem aqui que eu acho que a bolsa rompeu".
Assim que levantei a água escorreu. Bem pouca, mas o suficiente pra saber que a hora estava chegando.
Subi pra tomar banho e pedi pra ligarem pro médico e pro Jonas, que não tinha chegado ainda do trabalho.
Fiz tudo com calma, inclusive lavei o cabelo e sequei com secador, o que tomou mais do meu tempo. Pensei que as contrações demorariam a engrenar, mas pra minha surpresa já no banho começaram mais fortes.
Marido chegou e foi só o tempo de pegar as malas já prontas, se despedir, especialmente da Beatriz, que não estava entendendo muito bem o que aquela correria significava e queria ir junto pro hospital.

No carro, as contrações vinham de 5 em 5 minutos, depois de 3 em 3 minutos e duravam 1 minuto cada e estava bem difícil de aguentar a dor, principalmente por causa das curvas e buracos na estrada.
Cerca de meia hora depois chegamos no hospital, que estava lotado!
Eu já havia feito o cadastro antecipadamente justamente pra agilizar o processo na hora da internação, mas acho que não adiantou nada nesse caso. Me deixaram sentada numa cadeira de rodas enorme, na qual eu nem conseguia encostar as costas direito, por uns 20 minutos, no lado de fora da entrada da emergência. Pediram pra aguardar a enfermeira me buscar. E as dores aumentando.
Meu marido indignado com a demora.
Enfim, alguém apareceu e me levaram pra sala de preparação.
Ouviram o coração do bebê e mediram minha pressão. Tudo ok. Até aí ninguém fez exame de toque e eu nem imaginava se tinha dilatado 1 ou 10cm. Pela minha dor e pelo espaçamento quase que inexistente entre as contrações imaginei que de 5cm tivesse passado, pelo menos. A enfermeira me informou que o meu médico havia chegado e que a cirurgia estava marcada para às 20h30. Lembro de ter pedido as horas pro meu marido e ele ter dito que era 19h45. Não acreditei! Pensei: não vou aguentar até lá. O Lucas vai nascer aqui mesmo, de pé, apoiada na mesinha ao lado da maca da sala de preparação.
Não queria deitar, não queria andar, não queria massagem, não queria nada. Só que me abanasse. Estava suando, gemendo e rezando pra que meu médico chegasse o quanto antes na sala.
Enfim meu médico chegou e fez o toque: 7cm!!!
E me informou que o hospital estava lotado e que não tinha nenhuma sala cirúrgica à disposição naquele momento, mas que ele iria atrás e tentaria me passar na frente devido ao estágio avançado em tão pouco tempo.

Muitas devem estar se perguntando o porquê de eu não ter tentado o PN já que faltava tão pouco.
Realmente faltava pouco em cm, mas em tempo, quanto faltava ainda? Ninguém sabe... poderia ser em 10 minutos, como poderia ser em horas, e sinceramente eu não estava mais aguentando. As contrações vinham uma atrás da outra, não tinha nem 1 minuto pra me recuperar de uma e lá vinha outra mais forte. A vontade de fazer força havia começado e travei, com medo de ter meu filho naquela sala.

Logo vieram me buscar dizendo que tinham conseguido uma sala cirúrgica.
Que alívio!
Assim que entrei na sala e vi meu médico e o anestesista que eu tinha feito a entrevista na semana anterior e que tinha ido com a cara dele, já me senti segura e mais calma.
Então o anestesista falou: lá vem uma contração. Registra ela na memória pois a próxima você não vai sentir mais. Curti aquela contração de despedida, respirei fundo e senti uma felicidade muito grande.
Na aplicação da anestesia veio mais uma contração, que senti durante a picada e tive que me concentrar muito pra não me mexer e estragar tudo. Pronto. A dor cessou completamente e a partir daí me entreguei à emoção do momento e todo o medo e insegurança que estava sentindo antes na espera, sem ninguém me auxiliando, a não ser meu marido, havia acabado. A partir daí foi tudo como eu imaginava que seria.
Comecei a curtir aquele momento que eu sabia que não viveria novamente, afinal ter 2 filhos já estava de bom tamanho e engravidar novamente não está nos nossos planos.

CONTINUA...

24 setembro 2014

PN x Cesárea

Imagem retirada do Google

Admiro de verdade mulheres que optam e conseguem realizar o parto normal.
Na minha 1ª gestação não conseguia nem me imaginar num parto normal, tanto é que optei já de cara pela cesárea. E não foi por falta de informação. Pelo contrário. Meu médico desde o início se mostrou a favor do parto normal pra mim. Me informei muito, vi vídeos, li relatos, analisei os prós e os contras e no final das contas o meu medo da dor, medo de não conseguir e necessidade de planejamento falaram mais alto.
E minha cesárea foi muito tranquila, fui muito bem tratada, respeitada e acredito que naquele momento foi a escolha certa, apesar de ter sido de surpresa, já que foi marcada para dia 11/10 e no dia 06/10 a bolsa estourou. Que alívio! Fui pega de surpresa e foi a melhor coisa que podia ter acontecido. Cheguei a sentir as contrações, de 4 em 4 minutos e estava com 2cm de dilatação.
Mas já tinha optado pela cesárea.

Assim que engravidei do Lucas fui mais a fundo em informações sobre PN e conforme ía me familiarizando com o assunto meu medo que era enorme antes já não era mais tão grande.
Já me passava pela cabeça a possibilidade de passar por um PN. Mas não abracei a causa com unhas e dentes e pra falar a verdade isso era só uma possibilidade mesmo, não um objetivo de vida. Perguntei para o médico se haveria alguma chance de um PN com ele e ele prontamente me disse que somente se eu chegasse no hospital já bem dilatada e se tudo estivesse perfeito comigo e com o bebê.

Não adianta, a maioria dos nossos médicos não querem se comprometer em realizar um PN após uma cesárea. E eu não queria brigar por algo que eu não tinha ainda certeza se queria ou não.
Acho que porque a minha cesárea foi tão tranquila eu não me importava se tivesse que realizar outra.
Mas lógico, sempre ficava pensando: será que terei a mesma sorte de pegar uma equipe boa como a que peguei? Será que dessa vez a anestesia vai ser tão tranquila quanto da outra vez? Será que chegarei a sentir novamente a bolsa romper, tendo a certeza de que meu bebê está pronto pra vir ao mundo? Será? Será?
O fato é que decidi novamente pela cesárea mas estou aqui torcendo pra que eu entre em trabalho de parto antes e que na hora a gente analise e decida o que será melhor.
Será no dia 29 de setembro às 13h30 e estarei com 39 semanas e 1 dia.
(Isso se ele não quiser nascer antes. Hoje, por exemplo é mudança de lua... quem sabe...)

Tenho muitas amigas adeptas ao "parto humanizado" e sei que ficariam felizes em ler que eu também optei pelo mesmo tipo de parto, afinal quando a gente passa por algo muito bom quer que todas as outras mulheres possam e consigam passar pelo mesmo. Sei das boas intenções.
Mas a minha decisão foi essa e cabe a mim, somente a mim, tomá-la e arcar com suas consequências.

Sou uma mãe apaixonada e realizada e o tipo de parto que optei não muda em absolutamente nada o que sinto por meus filhos e o que eles sentem e/ou sentirão no futuro por mim.

Vem Lucas!
Muito amor te espera!!!

18 setembro 2014

Tudo pronto

Como estamos morando na casa dos meus pais até nosso apartamento ficar pronto não dá pra fazer tudo exatamente como a gente imagina, pois é tudo meio provisório.
Mas confesso que caprichamos no quartinho da Beatriz e do Lucas.

Optei pelo mini berço, já que manterei ele no meu quarto nos primeiros meses e não cabe um berço normal. Depois ele vai pro quarto das crianças.
Mini berço que fica quase na altura da cama - roupa de cama, mosquiteiro, ursinho e enfeite by www.babylee.com.br

A poltrona de amamentação é a que usei com a Beatriz. Só troquei a capa da almofada - by www.babylee.com.br

As roupinhas já estão em seus devidos lugares.

O enfeite da porta da maternidade segue o tema das coisinhas do quarto: ursinho Teddy - by www.babylee.com.br

As lembrancinhas de nascimento optei por mini aromatizadores de ambiente com varetinha no tema do quartinho - by www.convit.com.br

Tudo pronto: Mala de maternidade, documentos, autorizações...
Agora é só esperar mais uns dias pra ter nosso príncipe nos braços!
Torçam por nós!!!

09 setembro 2014

Estímulo à leitura

Eu até gosto de ler, mas sinceramente depois que a Beatriz nasceu ler é a última coisa que penso em fazer...
já o papai adora ler, sempre gostou muito e desde pequeninha a Beatriz conviveu com isso, então não poderia ser diferente: ela é chegada num livro, assim como em desenhos animados, música, clipes e afins.

Então resolvi fazer um cantinho bem arrumadinho pros livros dela, em que tivesse livre acesso e que despertasse mais ainda o seu interesse pela leitura.
Acho que ficou bem fofo, organizado e ela gostou também.



E agora está numa fase de querer ler as historinhas pra gente.
É a coisa mais fofa desse meu mundo!

Também pra estimular a escrita e a arte instalamos no quartinho dos brinquedos um adesivo que imita quadro negro. Daqui a pouquinho ela estará brincando de ser professora do Lucas, assim como eu fazia com meu irmão.



E vocês, como estimulam seus filhos?

29 agosto 2014

A chegada do irmãozinho

Muito antes de engravidar eu ficava imaginando como seria a reação da Beatriz ao receber em sua vida um irmãozinho. Tinha um grande medo de como ela agiria com ele, como se comportaria conosco e se iria ficar feliz.

Os primeiros meses de gestação foram tranquilos, parecia que ela tinha entendido o que aquela barriga crescendo significava e eu sempre fiz questão de que ela participasse de tudo: consultas, ultrassonografias, compra do enxoval, arrumação do quarto...

Às vezes, por vontade própria ela encostava a cabeça na minha barriga e dizia “oi neném”.
Apesar de todo esse amor houveram alguns episódios de ciúmes, em que ela queria bater na minha barriga e ficava brava quando alguém dava muita atenção a mim e esquecia que ela estava aí do lado. 

Depois veio a fase de ficar mais manhosa, querer mais colo, fazer mais birra. Mas tudo fases mesmo, onde o dia perfeito e feliz de hoje não garantiria o dia perfeito e feliz de amanhã.

Sempre expliquei com calma o que aquele bebê dentro da minha barriga significava, o que poderíamos fazer todos juntos quando ele nascesse, o que ela significaria na vidinha dele, e ela sempre pareceu concordar e entender. Explicava que ela ajudaria a cuidar dele, daria banho, comidinha, pegaria no colo e levaria pra passear, e incrivelmente desse momento em diante ela começou a brincar mais de bonecas, a niná-las e colocá-las pra dormir com todo o cuidado que uma mãe de 1ª viagem tem. Engraçado, esse tipo de brincadeira nunca foi dos mais interessantes pra minha filha. Ela sempre preferiu brincar de pintar, de bola ou puxar um caminhão. Mas algo estava mudando dentro dela. Acho que estava aflorando a “irmã mais velha”.

Mesmo assim meu medo continuava, pois uma coisa é a gestação e outra completamente diferente é a vida real com um novo membro na família, membro esse que muitas vezes irá roubar a atenção de todos para ele, irá ganhar mais colo e atenção e inevitavelmente irá causar ciúmes na irmã mais velha. Por isso estamos fazendo de tudo pra amenizar essas situações que possam deixá-la se sentir em segundo plano. 

Até mandei fazer um ursinho Teddy pink, igual ao que mandei fazer pro Lucas.
E assim que ela for me visitar no hospital entregarei o presente dizendo que quem o trouxe pra ela foi o Lucas.
Dizem que fazer isso ajuda bastante.
Vamos ver... logo logo voltarei pra contar como foi a aceitação do baby Lucas por ela.


21 agosto 2014

Reta final

Não consigo acreditar que em 1 mês ou até menos o Lucas estará aqui do lado de fora.
É engraçado...
às vezes me pego pensando que em 2010 estávamos cheios de problemas de saúde na família, tentativas frustradas pra engravidar e até uma certa descrença em um dia conseguir ser mãe.

Aí tudo passou e em 1 ano e meio a sementinha estava plantada, naturalmente, e veio em outubro de 2011 pra alegrar nossas vidas.
E a partir daí a ideia de ter outro filho só foi aumentando, apesar de todas as dificuldades e de todo cansaço que eu vinha sentindo.

Então em maio de 2013 liberamos geral, apesar de eu ainda estar amamentando e não ter menstruado ainda após o nascimento da Beatriz. E todos falavam: cuidado! assim que os ciclos regularizarem e você parar a amamentação vai engravidar. E foi o que aconteceu. Em dezembro de 2013 paramos totalmente a amamentação e na semana seguinte meu ciclo voltava ao normal. E foi nesse 1º ciclo que engravidei, sem controle, sem expectativa, sem observar meu corpo e seus sinais. Simplesmente aconteceu quando tinha que ser. Uma surpresa linda numa noite terrível de calor!

E desde lá, 35 semanas se passaram... muito enjoo e azia no início.
Muito choro, altos e baixos de humor.
Stress, nervosismo...
Mas menos preocupações, menos expectativas...
Mais barriga, menos mimos...
Mais dores no ciático, mais desconforto pra dormir...
10 dias de sinusite que cisma em não me deixar...
e muito amor e ansiedade pra conhecer o rostinho do "Luquinha", como diz a Beatriz.

Está chegando...
estou tranquila... parece que tudo vai ser mais fácil. Parece!
Vamos ver. Não abandonarei esse cantinho e sempre virei pra contar as novas experiências de uma mãe de 2. Torçam por nós!

Bom, hoje foi dia de US e estamos assim:
35 semanas de gestação.
Lucas pesando entre 2,379g e 2,726g.
Bochechudo e serelepe como sempre.
Tudo dentro das normalidades.



13 agosto 2014

Chá de Fraldas

Pensei, pensei de novo, quase decidi por não fazer o chá dessa vez...
mas resolvi fazer, afinal não é porque é uma segunda gestação que não merece o carinho e atenção que uma primeira gestação teve.
Mas dessa vez não foi um Chá de Bebê, como foi o da Beatriz, com brincadeiras, muitas convidadas e muitos gastos em decoração e afins. Foi um Chá de Fraldas. Algo mais íntimo, sem brincadeiras, somente um café da tarde pra reunir as amigas e registrar o momento, e em contrapartida receber um estoque de fraldas hiper necessário.

Tá aí o resultado.

Convite em papel aspen, feito por mim.

Bolachinhas (lembrancinha) da Graciela Duwe


Trilhos, jogo americano, bandeirolas e bilhetinhos para recados da Liebe Papier Scrap



Mosquitinho, hortência e alstroméria da Lisiantus Floricultura


Bolo, docinhos e salgados da Especialidades Pasqualini


Ursinhos Teddy da Babylee

Obrigada a todas amigas que compareceram!!!



07 agosto 2014

Oitavo mês

Mais 1 mês... 1 mês e 2 semanas no máximo.
E conhecerei o rostinho do meu Lucas.
Muita ansiedade pra que esse dia chegue.
Muita vontade de ter um bebezico pequetito no colo. Muitas saudades de amamentar.
Muita curiosidade pra ver como a Beatriz vai reagir. Acredito que ela será uma irmãzona, vai cuidar, dar carinho e atenção. Assim esperamos! Assim estamos ensinando ela a ser.
Pelo menos o carinho ela está demonstrando já agora, quando chega perto de mim, levanta minha blusa, acaricia minha barriga e conversa com o Lucas, enchendo minha barriga de beijos. Uma delícia!

Fora essa delícia toda as dores no ciático continuam a mil, as posições pra dormir já não são confortáveis e por isso a insônia insiste em me visitar toda madrugada. E pra completar a Beatriz anda dormindo bem mal, ou melhor "acordando toda madrugada chamando por mim", aí lá vai a mãe pro quarto dela dormir na cama grande com ela.

Ganhei até agora 8 kg e aparentemente nenhum inchaço por enquanto, mas sei que esse último mês é o que pega realmente. Pra prevenir faço drenagem linfática desde os 4 meses e acho que está ajudando.
Que continue assim!

Nenhuma estria, graças aos cremes e óleos que passo de 2 a 3 vezes por dia.

Lucas continua mexendo MUITO, de manhã, de tarde, de noite e de madrugada. Não tem hora pra ele.
É uma sensação maravilhosa e já fico nostálgica pensando que é muito provável que essa seja a última gestação e que não terei essa sensação novamente.
Mas é assim... tudo que é bom dura pouco. E olha, apesar de ter passado já 8 meses parece que foi mês passado que descobri a gravidez! Loucura!!!

Sábado farei o Chá de Fraldas, antes que não consiga mais curtir esses momentos por conta do tamanho da barriga e desconforto... e depois venho aqui pra contar como foi.

Beijos pra quem ainda passa por aqui.

Barriga de 7 meses - já cresceu bastante desde então